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Pesquisa aponta avaliação positiva de participantes do 1º Congresso Científico da Saúde

30/05/2017 - Camilla Negre e Aldenes Lima/Governo do Tocantins

Unânimes em afirmar que o I Congresso Científico da Saúde foi um espaço de discussão, aprendizado e troca de experiências, participantes mostraram satisfação por terem desfrutado do evento que durou dois dias e recebeu mais de 2 mil pessoas no Centro de Convenções Parque do Povo, em Palmas.

Segundo pesquisa de satisfação realizada com participantes, 43,18% dos entrevistados disseram que o congresso foi excelente, 37,01%, apontaram o evento como ótimo, 14,61% consideraram o evento bom, 4,22% não responderam e apenas 0,97% analisaram como regular.

Sobre o conteúdo programático, 48,70% apontaram como excelente, 34,42% como ótimo, 11, 69% como bom e 2,27% como regular. Quanto ao ambiente, 40,58% apontaram como excelente, 34,74% como ótimo, 19,81% como bom, 3,25% não respondeu, 0,97 como regular e 0,65% como ruim.

O total de 89,61% dos entrevistados também disseram que iriam a um novo congresso, 9,74% não responderam e apenas 0,65 disseram que não iriam.

Muitos conferencistas que vieram de outras partes do Brasil também se mostraram surpresos com a estrutura do evento. A psicóloga Dnyelle Silva, de Santa Catarina, veio ministrar palestra sobre “Escuta Terapêutica no Contexto Hospitalar” e destacou que “a iniciativa foi muito bacana e que Tocantins tem feito coisas muito interessantes e experiências surpreendentes”. “Fiquei surpresa e feliz. Escuta terapêutica é uma função de todos os profissionais de saúde, eles precisam estar aptos a escutar os pacientes, mas os profissionais da psicologia têm primordialmente essa função, porque ela vai além da função da saúde. Ela está preocupada com a história de vida daquele paciente e sobre como isso vai influenciar no tratamento”, disse.

Outro conferencista, o cardiologista, Lincon da Silva Júnior, de São Paulo, também elogiou o evento. “Achei o congresso muito bem organizado. Na mesa de cardiologia tratamos de temas interessantes e práticos para o dia a dia com uma linguagem que chega a todos os profissionais da saúde. Achei extremamente adequado os estudantes participarem, pois se prendem desde cedo as atividades científicas. O congresso fortaleceu a integração entre as regiões do estado e  isso só melhora a saúde pública”, ressaltou.

Para a fonoaudióloga Luciana Soares, que participou como congressista, “houve uma integração entre hospitais e troca de experiências. Conseguimos assim aprimorar o aprendizado. Torço para que ano que vem tenha outro encontro como esse, para que possamos mostrar o que a gente faz e aprender com as outras experiências”.

Direcionado também para os estudantes, o congresso foi para Mayara Araújo, estudante de Farmácia, um momento importante para conhecer os vários âmbitos da profissão. “O congresso veio proporcionar conhecimento e ajudar a encontrar dentro da própria profissão, qual área seguir” disse.